De bem comum a ouro azul: a crença na gestão racional da água

Rodrigo Constante Martins

Resumo


O objetivo deste artigo é apresentar uma interpretação sociológica daexperiência brasileira de ressignificação da água através dos esforços de nominaçãoeconômica do recurso. Esta ressignificação é problematizada em suarelação com o repertório conceitual do marginalismo neoclássico acerca da alocaçãoeficiente de recursos escassos. Para tanto, são abordados os casos das configuraçõesque envolveram agentes e instituições na reformulação dos aparatosfederal e paulista de governança da água. O texto conclui sobre elementos relevantesenvolvidos na naturalização desta racionalidade gestora como regimede verdade.

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