Articulação Feminina indígena nacional e a composição com o Estado
DOI:
https://doi.org/10.14244/contemp.v16.1432Resumo
O artigo aborda diferentes momentos da articulação feminina indígena em nível nacional, com destaque para o período de consolidação da Marcha das Mulheres Indígenas como evento deliberativo máximo e de criação da Articulação Nacional de Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade. Aponta-se que a rede de mulheres indígenas segue um modelo político insurgente contra a centralização do poder, opera com processos de oposição e composição com o Estado e que é por meio da luta como “quarto poder” que sustenta investidas para ocupar espaços, assinar direitos, enfrentar a bancada ruralista e evitar o “genocídio legislado”.
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