Entre números e justiça
A produtividade judicial e a autolegitimidade dos magistrados
DOI:
https://doi.org/10.14244/contemp.v16.1385Resumo
O objetivo deste artigo é analisar a percepção de juízes(as) atuantes na capital paulista sobre a cobrança por produtividade por órgãos de gestão do poder judiciário e a influência disso em suas percepções de autolegitimidade. Autolegitimidade é o nível de confiança do funcionário com relação ao exercício de sua autoridade (TANKEBE, 2011). As percepções serão apreendidas a partir de entrevistas e sua análise buscará tornar evidente a quais temas a produtividade está articulada, como os(as) entrevistados(as) reagem a elas e como essas demandas afetam os significados que esses(as) magistrados(as) atribuem ao próprio trabalho.
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