Violência e democracia 25 anos depois

Entrevista com Angelina Peralva

Autores

  • Jacqueline Sinhoretto Professora do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFSCar.
  • Lucas Feltrin
  • Angelina Peralva Université Toulouse Jean Jaurès – Bassoues - França

DOI:

https://doi.org/10.14244/contemp.v15.1470

Resumo

Angelina Peralva é socióloga e desenvolveu seu programa de pesquisas entre o Brasil e a França. A entrevista, gravada em vídeo, transcrita e revista para publicação, aborda temas como democracia, movimentos sociais, violência e mercados ilícitos, abordando a atualidade de seu livro publicado em 2001. A obra buscou compreender as tensões entre democratização e violência, problematizando a coexistência de avanços institucionais e de práticas sociais excludentes. Ao propor que a violência não constitui uma anomalia, mas um elemento estrutural da democracia brasileira, Peralva formulou uma das interpretações mais originais sobre o período pós-ditatorial. O balanço de mudanças e permanências é o tema, destacando a maior aceitação social da violência de Estado no presente, reavaliando o otimismo com a superação da ditadura e sinalizando a necessidade de mudanças de agenda política.

Biografia do Autor

Jacqueline Sinhoretto, Professora do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFSCar.

Departamento de Sociologia

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Publicado

2025-12-26

Edição

Seção

Entrevista