O Grindr como heterotopia
A homossociabilidade no espaço digital
DOI:
https://doi.org/10.14244/contemp.v16.1455Resumo
De que maneira as práticas de sociabilidade e as performances de sexualidade dos usuários no Grindr constituem e fazem funcionar o aplicativo como uma heterotopia, negociando as tensões entre a dissidência e a reprodução de normas hegemônicas? Para fins metodológicos, utilizou-se a etnografia virtual, coletando dados de perfis, tags do aplicativo. Justifica-se o estudo pela necessidade de compreender as transformações na subjetivação do corpo LGBTQIAPN+ em um ambiente digital, observando a tensão entre o caráter dissidente do espaço e a persistência de sistemas de poder hegemônicos.
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